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No ano de 1935 Hitler assinou a  Lei de Nuremberg , que criou  a segregação imediata do povo judeu. O que proibia os judeus de sere...



No ano de 1935 Hitler assinou a Lei de Nuremberg, que criou a segregação imediata do povo judeu. O que proibia os judeus de serem atendidos em hospitais, nenhum judeu poderia trabalhar em qualquer agência governamental e também não podiam se relacionar com outros cidadãos. O preconceito com o povo judeu foi estabelecido pela premissa que apenas os Alemães eram a melhor espécie da humanidade. 

Milhares de pares de sapatos, que foram deixados pelos prisioneiros mortos no campo de concentração, de Auschwitz.


A segunda guerra mundial foi tema de diversos livros e filmes, um exemplo bem famoso foi A Lista  de Schindler, m dos projetos mais pessoais do cineasta judeu-americano Steven Spielberg. O filme conta a história real de Oskar Schindler, um industrial alemão que negociava com os nazistas a utilização de trabalhadores judeus em sua fábrica, poupando-os de serem levados para os campos de concentração. Outro filme é O Pianista, do diretor de Roman Polanski que é um judeu sobrevivente da Segunda Guerra Mundial,  que fingiu ser católico no interior da Polônia para escapar dos nazistas. O filme fala de sobre Wladyslaw Szpilman, um pianista que foge de um gueto de Varsóvia, na Polônia, antes de ser levado para algum campo de concentração. Os guetos eram áreas criadas pelos nazistas para isolar a população judaica.

Essa época sombria da história do mundo foi retratada de diversas maneiras por muitos escritores, alguns baseados em fatos históricos comprovados, outros em ideias adaptadas de suas próprias pesquisas. A historiadora e especialista no holocausto Deborah E. Lipstadt escreveu o livro Denying The Holocaust, que tinha como premissa explorar ideias dos negadores do Holocausto (sim existem pessoas que negam), comparando com fatos históricos. A ideia parece simples, escrever um livro e vida que segue, mas a situação para essa escritora foi mais complicada, pois David Irving, sitado na obra de Lipstadt abriu um processo por difamação por ser chamado de 'negador do holocausto'. O escritor e depois, declarado neo-nazista, David Irving afirmava que Hitler não sabia do extermínio dos judeus, e que nunca houve câmara de gás em Auschwitz, conforme suas palavras, "morreram mais pessoas na caminhada presidencial de Kennedy do que Auschwitz por câmara de gás."

Trecho do filme Negação, viagem dos advogados a  Auschwitz.


O problema é que, dentro do sistema judicial britânico, nestes casos é o próprio réu quem tem de provar a sua inocência e a falsidade das acusações, não o contrário, como nos seriados de advocacia que vemos produzidos por americanos. Assim coube a Deborah e seus advogados provar que as ideias de Irving estavam erradas e que havia veracidade nas palavras de sua cliente. E tudo isso é retratado no filme Negação que chegou aos cinemas brasileiros em 2017, mas apenas em circuito fechado. 

Rachel Weisz e Deborah E. Lipstadt
Negação é interessante pois nos faz pensar que existem pessoas que negam fatos simples. Analisando as histórias criadas por pessoas como Irving, que adaptam a verdade de eventos para casarem com suas opiniões, percebemos que muitos ainda acreditam que Elvis e Michael Jackson não morreram, ou que a Terra seja plana. 

E hoje em dia mais que nunca a mídia permite que fatos e mentiras sejam nivelados. Devemos entender que a verdade não é relativa. E se alguém fizer uma afirmação, mesmo que esteja no cargo mais alto do mundo, devemos questionar, "Onde estão as provas?, Onde estão as evidências?". O filme Negação nos ensina que não devemos tratar qualquer assunto como se as mentiras se equiparassem a verdade. 

Galileu nos ensinou há anos atrás, mesmo após o Vaticano força-lo a se retratar que a Terra se movia em torno do Sol, ele se pronunciou: "Mesmo assim, ela se move"! Acredito que esse filme deve ser visto, por isso escolhi escrever sobre ele ao contrário de outros blockbusters que estão nos cinemas. 




Obs. Algumas frases desse texto foram retirados da palestra de Deborah Lipstadt, para ver na integra acesse ted.com/talks

   Indo em eventos como a CCXP é nítido que ser NERD está em alta. E isso não é uma coisa ruim, muito pelo contrário, é justamente por ca...

   Indo em eventos como a CCXP é nítido que ser NERD está em alta. E isso não é uma coisa ruim, muito pelo contrário, é justamente por causa dessa crescente demanda nerd que eventos como a CCXP podem acontecer.

  Sou muito grata por hoje em dia ser suuuper fácil encontrar artigos nerds em geral, um exemplo são as camisetas. Na minha adolescência era muito difícil achar camisetas legais com estampas de games, filmes, seriados e quadrinhos. Hoje as lojas especializadas estão por toda parte, e isso é maravilhoso, tanto pela variedade como pela praticidade.

  É só sair de casa pra logo esbarrar em alguém com uma camiseta que faz algum tipo de referência à cultura pop. Lembro de sair de casa com minha camiseta do uniforme do Robin ou do Chapolin e receber em retorno muita zombaria e desaprovação. Isso não me desencorajou de usar minhas camisetas, só me fez querer comprar mais e mais camisetas pra mostrar que eu não tinha vergonha das coisas que eu gostava, porque essas coisas são parte de quem eu sou.

  Lembrando da reação das pessoas em relação às minhas camisetas (que ainda uso, e são praticamente 90% do meu guarda roupa), fiquei pensando se essa galerinha que compra suas lindas camisetas tão facilmente, ainda as usaria se ser nerd não estivesse na moda. Usaria essa camiseta se as pessoas rissem de você? Se as pessoas tivessem vergonha de sair com você quando você as veste? Se dissessem que você está velho(a) demais pra usar?

   E você meu jovem nerd, sabe o que é a estampa da sua camiseta? Sabe a origem? De onde veio? O que representa? Sua relevância? Se não sabe, procure saber, se informe, pesquise, leia, assista, jogue.
Ser NERD envolve CONHECIMENTO! Não o conhecimento para ser vomitado ao longo de conversas, apenas para se vangloriar de saber. Mas o conhecimento resultante de um interesse genuíno, de querer saber mais e mais sobre aquilo que tanto se ama.

   Entenda que você não precisa gostar daquilo que os outros gostam, a variedade existe porquê os gostos divergem, e a variedade é uma bênção. Não tenha vergonha de dizer que você não gosta do que todos parecem gostar, ou de dizer que você gosta daquilo que todos menosprezam. Ser NERD é acima de tudo ser AUTÊNTICO, não ter vergonha de mostrar quem se é de verdade.



  A Netflix tem opções para todos os gostos. E o que não faltam são desenhos animados, tanto longa metragem como as séries animadas. Es...



  A Netflix tem opções para todos os gostos. E o que não faltam são desenhos animados, tanto longa metragem como as séries animadas. Essa semana escolhi falar sobre Hora da Aventura (Adventure Time), um desenho animado que me conquistou.

  Na Netflix já estão disponíveis 4 temporadas. Eu só comecei a assistir Hora da Aventura esse ano, ainda estou na 2ª temporada, mas já fui fisgada, na verdade, fui pega logo no primeiro episódio. Finn e Jake são apaixonantes, as aventuras em que eles embarcam são surreais e muito divertidas. 

  A CN sempre passou desenhos que não são exatamente normais, ex: Meu Amigo da Escola é um Macaco; A Turma do Bairro; Johnny Bravo; Du, Dudu e Edu; A Vaca e o Frango; O Laboratório de Dexter e assim vai... Mas Hora da Aventura me surpreendeu muito, fala sobre um garoto e um cão transmorfo que vivem em um mundo pós-apocalíptico. E pra completar, tudo e todos são diferentes e excêntricos, e há falas que alguns talvez achem que crianças não deveriam escutar.

  O que me fez gostar tanto de Hora da Aventura foi exatamente a fuga do convencional, o "absurdo" e o "anormal" colocados de forma tão natural e engraçada. É disso que as crianças precisam, é disso que todos nós precisamos; um programa que de forma branda nos mostre que o diferente é bom, que o não convencional não é ofensivo, que a vida pode ser boa, mesmo que as coisas não sejam exatamente como imaginamos.




  Hora da Aventura é tão cool que ganhou algumas versões bem fofas:  









Senhoras e senhores, bem vindos ao primeiro We Don't Need Roads , podcast do Clock Tower, no episódio inicial temos Karina Dan...



Senhoras e senhores, bem vindos ao primeiro We Don't Need Roads, podcast do Clock Tower, no episódio inicial temos Karina Dantas, Victor Gabriel e Thiago Cipriani para falar sobre STAR WARS

Neste podcast: Descubra como o DEUS George Lucas fez um pacto para que Star Wars nunca morra. Um papo que foi do episódio IV a ET, laranjas e sêmen. Afinal, não há nada melhor nesse mundo do que falar sobre essa Saga abençoada.

Download do episódio - Opção 1

Download do episódio - Opção 2





Participantes:

Karina Dantas - @itskarinadantas
Victor Gabriel - @AnakinGabriel
Thiago Cipriani - @thiago_cipris

Tempo de duração: 46 minutos.

Emails: siteclocktower@gmail.com



O Universo Marvel no Cinema nos deu, aventura, drama, romance e comédia. Numa sequencia de filme que se conectam. Foi algo nunca a...

Vingadores


O Universo Marvel no Cinema nos deu, aventura, drama, romance e comédia. Numa sequencia de filme que se conectam. Foi algo nunca aproveitado antes, por nenhum estúdio. Podemos comparar o seu sucesso com de Star Wars, pois, George Lucas criou um Universo nunca explorado antes no cinema, uma aventura intergaláctica, envolvendo tramas politicas, drama familiar, ação e romance.


















Antes de Star Wars não havia aventuras que se iniciavam com um copo de leite, filmes não tinham a simplicidade e conexão com as pessoas comuns. E assim se deu com os Vingadores, os personagens foram criados para serem humanos e nos conectarmos emocionalmente.  Isso é exatamente o que Stan Lee queria para o Universo que estava criando, personagens humanos, com dificuldades, dramas internos, para que nós reles mortais pudéssemos nos conectar. 



Diferente de qualquer estúdio atualmente, a Marvel aprendeu a trabalhar os  personagens que tem direito, explorando o que Stan Lee e outros criadores haviam proposto no inicio de tudo, mas há outro motivo de amarmos os Vingadores, a formação da equipe

Porém, antes de reunir os heróis, a Marvel fez questão de apresenta-los em filmes individuais, isso aumentou nossa ligação com eles. Essa apresentação foi essencial para que nós aprendêssemos a amar os Vingadores. Quando passamos a conhecer a origem de cada personagem, sua importância fica maior e dedicamos mais tempo e dinheiro para vê-los em ação.

O que reparei pesquisando sobre os Vingadores no google é que muitos reclamam da Formula da Marvel.












Um vilão com planos para destruir o mundo ou subjugar +  Um grupo de pessoas com habilidades especiais, unidas propositalmente ou sem querer = Ocorre uma luta aonde eles quase conseguem o que querem, mas não chegam lá. Aí, essas pessoas entram em conflito consigo mesmas ou entre o grupo e parece que as coisas vão dar errado. O vilão , por sua vez, segue seu plano maligno e, qualquer que seja o conflito dessas pessoas, elas terão que se unir de vez para derrota-lo no final, em uma épica batalha que, até o último segundo, parece que será perdida. 



















Para muitos a formula pode parecer cansativa vista em todos os filmes, mas acredito que ela foi o motivo do sucesso da Marvel. Afinal repetir tramas não é crime nenhum. . . 


















A saga de Star Wars tem sua formula que dura por 40 anos e vai continuar, a Marvel não será diferente. Pois, no final não importa quanto os filmes tenham os mesmo elementos, a Marvel nos fez amar os seus personagens. E é por eles que gastamos horrores em produtos e serviços. Isso talvez pare algum dia, mas enquanto está acontecendo vamos aproveitar.